O custo de uma consultoria de LinkedIn no Brasil depende de três variáveis: o escopo contratado (posicionamento executivo, company page, ghostwriting, Social Selling), o número de porta-vozes atendidos e o nível de senioridade do time. O modelo predominante é mensalidade recorrente com contrato mínimo de alguns meses, porque autoridade se constrói por consistência, não em campanha pontual. Projeto avulso existe, mas rende menos: o valor está na continuidade.
Os modelos de precificação
Há três formatos comuns. Mensalidade por escopo: pacote fixo de entregas (perfil, pauta, conteúdo, acompanhamento) com valor mensal. Por porta-voz: o preço escala conforme o número de executivos atendidos, já que cada um exige pauta e produção própria. Combo company page + porta-vozes: operação integrada, geralmente com desconto proporcional. Treinamento pontual de Social Selling costuma ser cobrado à parte, como projeto.
O que faz o preço subir ou descer
Sobe com mais porta-vozes, mais frequência de conteúdo, ghostwriting intensivo e acompanhamento comercial próximo. Desce com escopo enxuto, um único porta-voz e cadência menor. O barato perigoso é a consultoria que cobra pouco porque entrega social media genérico disfarçado de especialização: o custo real aparece na falta de resultado B2B.
Como avaliar custo-benefício
Não compare só o número: compare o que cada proposta entrega e como mede resultado. Uma consultoria que define indicadores de pipeline e mostra como cada entrega se conecta a eles justifica o investimento melhor que a mais barata sem método. A Digitale precifica por escopo e porta-vozes, com método EVOLINK®. Antes de decidir, veja como escolher uma consultoria.




